domingo, 16 de setembro de 2012

REIKI


                 SÓ PARA LEMBRAR... 

O Reiki não está preso a nenhuma corrente religiosa.
É uma técnica esotérica que utiliza a a imposição de mãos com o objetivo de restabelecer o equilíbrio energético vital de quem a recebe e, assim, restaurar o estado de equilíbrio natural (seja ele emocional, físico ou espiritual); podendo eliminar doenças e promover saúde.
Esta prática não está presa a nenhuma filosofia religiosa, pode ser usado por um espírita, católico, umbandista, evangélico. 
 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

"Quero viver enquanto estiver acesa, em mim, a capacidade de me comover diante da beleza. Essa capacidade de sentir alegria é a essência da vida."

Rubem Alves
"Não se volte contra o Universo, lutando contra o momento presente. Pratique a aceitação, dizendo: hoje aceitarei pessoas, situações, circunstâncias, fatos, como eles se manifestarem.
Assuma a responsabilidade pela sua situação e desista da necessidade de defender seus pontos de vista e de convencer ou persuadir os outros. Esteja aberto a todos os pontos de vista."

Deepak Chopra

quinta-feira, 10 de maio de 2012

ORAÇÃO DA SERENIDADE
"Concedei-me, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para modificar aquelas que posso e sabedoria para distinguir umas das outras".
Esta Oração me tem proporcionado uma nova vida.
1. ACEITAR AS COISAS QUE NÃO POSSO MODIFICAR:
São muitas as coisas que não posso modificar; o passado, o futuro e nem outras pessoas.
Preciso aceitar o fato de que posso ser atencioso e bondoso com meus familiares, porém não mais tempo do que se lhes esta reservado estar aqui na Terra. A perda de amigos deve ser aceita como se eles tivessem se mudado para muitas milhas de distância.
Eu não posso modificar as pessoas, elas continuarão fazendo as coisas à sua maneira, apesar de que eu tente dizer-lhes, muitas vezes, qual é a melhor forma...(A MINHA). A quem posso eu mudar? A MIM MESMO.
2. CORAGEM PARA MUDAR AQUELES QUE POSSO:
Isto é, mudar minha maneira de ser.
O Senhor! permita que eu mude os meus sentimentos em relação aos outros. Ao invés de criticá-los, devo aceitá-los como eles são e estar interessado em seus problemas, ao invés de ignora-los. devo ser afetuoso com os outros, ao invés de mostrar-me frio e insensível.
Permita-me Senhor, que eu mude minhas emoções, colocando esperança, amor, coragem, paz e alegria em minha vida, em lugar de amargura, temor, desgosto, ódio e ressentimento. Todas estas coisas eu posso modificar, se for suficientemente inteligente para reconhecer a necessidade de fazê-lo.
3. SABEDORIA PARA DISTINGUIR UMAS DAS OUTRAS:
Se vejo coisas de que não gosto, é hora, é hora de examinar a MIM MESMO: minhas atitudes, minhas reações e reconhecer se necessito mudar algumas delas.
Examinaremos uma vez, outra e mais outras, antes de criticar os outros. Compreendo que minha vida está intimamente ligada a outras vidas, mas estou tendo sabedoria suficiente para entender que não posso mudar os outros, mas posso mudar, minha maneira de pensar, atuar e reagir. Então, a resposta à minha Oração é DEVO E POSSO MUDAR SOMENTE A MIM MESMO.
   

sábado, 5 de maio de 2012

ENERGIA

RECEBI ISSO DE UMA GRANDE AMIGA..., amei, e resolvi partilhar...


12 Maneiras de Jogar  Fora Sua Energia.


Todas as vezes que escrevo sobre energias, mais precisamente sobre o relacionamento energético entre os seres humanos, recebo dezenas de mensagens de leitores reclamando e pedindo soluções para o roubo de energia. Essas pessoas sempre apontam colegas de trabalho, familiares, amigos e determinados locais como os responsáveis pela sua debilidade energética. Não posso negar que realmente existem pessoas complicadas e ambientes não muito agradáveis.

Hoje chamaremos a atenção de vocês para alguns aspectos importantes. Por mais que existam pessoas desequilibradas e difíceis nós é que somos responsáveis pela nossa energia e cabe a cada um de nós preservá-la e administrá-la da melhor forma possível. Existem “receitinhas”, orações, banhos, cristais e um arsenal de proteção, que são válidos e eficientes até um certo ponto. Porque aquele que não assume a responsabilidade por suas venturas e desventuras sempre estará vulnerável às energias ao seu redor.

Sabe por que o outro rouba a sua energia? Porque você deixa a porta aberta!!! E depois ainda diz que a culpa é do outro… Para ajudar a refletir, fiz uma listagem de doze atitudes (e olhe que a lista é imensa!) que gastam uma tremenda energia vital. Uma vez desvitalizado e sem proteção fica fácil para qualquer um chegar perto e perturbar seu equilíbrio. Use esta listagem também para pensar porque a prosperidade às vezes passa longe de você. A energia que seria usada para atrair o bem, a felicidade, o amor, o dinheiro acaba sendo gasta de forma inadequada. Confira a listagem e veja o que precisa ser modificado em sua vida!

1. A falta de cuidado com o corpo e hábitos errados

Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer sempre são colocados em segundo plano. A correria da vida diária e a competitividade das grandes cidades faz com que acabemos negligenciando aspectos básicos para a manutenção de nossa saúde energética. Quando a saúde física está comprometida, a aura se ressente, ficando menor e menos brilhante, comprometendo nosso sistema de defesa energético. Os exercícios físicos são sempre úteis por nos ajudar a movimentar e eliminar as energias estáticas. As pessoas que são dependentes químicos apresentam verdadeiros rombos na aura e isso as predispõe a toda sorte de assédios espirituais e vampirismo energético.

2. Pensamentos obsessivos

Pensar gasta energia e todos nós sabemos disso: ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho corporal. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos e esse é, aliás, um mal do homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando muita energia. Pensamos tanto que não sobra vitalidade para tomar uma atitude concreta e, o pior, alimentamos ainda mais o conflito.
Devemos não só estar atentos ao volume de pensamentos, mas também à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados nos recarregam, ao passo que a negatividade e pessimismo consomem energia e atraem mais negatividade para nossas vidas. Observe: pensando você conseguiu resolver o problema? Quase sempre a resposta é ‘não’. Então, mude de atitude.
Relaxe, use uma música suave e entregue o problema para o universo resolver. Mesmo que isso aconteça apenas por alguns poucos minutos. Durante esse tempo sua mente estará descansando. Quando a mente silencia, permite que sua intuição, seu anjo da guarda, Deus, Eu Superior ou o que você acreditar, converse com você e lhe traga inspiração e criatividade e isso se reverte em mais energia. Os meus alunos têm semanalmente 2 horas para fazer isso, o resultado é muito bom. Que privilégio, não?!!!!

3. Sentimentos tóxicos

Se você sofre um choque emocional ou sente uma raiva intensa, pode estar certo, até o final do dia estará simplesmente esgotado energeticamente. Juntamente com a raiva você queimou altas doses de sua energia pessoal. Imagine agora um ser que nutre ressentimentos e mágoas, às vezes durante anos seguidos. De onde você acha que vem o combustível para alimentar esses sentimentos tão densos? Não é à toa que muitas dessas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas, afinal, a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade está sendo gasta na manutenção de sentimentos negativos.
Medo gasta energia, culpa também, já a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos e elevados, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima e principalmente a alegria e bom humor recarregam nossa energia e nos dão força para empreender projetos e superar obstáculos.

4. Fugir do presente

Onde eu coloco a minha atenção aí coloco a minha energia. É tendência freqüente do ser humano achar que no passado as coisas eram mais fáceis: ‘bons tempos aqueles!”. Tanto os saudosistas, que se apegam aos prazeres do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas e desatinos de tempos atrás, estão colocando suas energias no passado.
Por outro lado temos os sonhadores ou aqueles que vivem numa eterna expectativa do futuro, depositando nele sua felicidade e realização. Viver no tempo passado ou futuro faz com que sobre pouca ou nenhuma energia no tempo presente. E é somente no presente que você constrói sua vida. O passado e o futuro dependem unicamente do seu momento presente. Aquele que vive sempre no tempo errado não tem em mãos uma dose de energia suficiente para se proteger das energias e locais densos.

5. Falta de perdão

Perdoar significa soltar. Soltar ressentimentos, mágoas, culpas. Soltar o que aconteceu e olhar somente para a frente e viver o presente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos e gastamos menos energia alimentando feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres e abertos para a felicidade. Aquele que não sabe perdoar os outros e a si mesmo, fica ‘energeticamente obeso’, carregando fardos do passado e isso requer muita energia.

6. Mentira pessoal

Todos nós mentimos ao longo de nossas vidas e sabemos quanta energia é gasta posteriormente para sustentar a mentira e, quase sempre, acabamos sendo pegos. Imagine agora quando ‘você é a mentira’. Quanta energia gastamos para sustentar caras, poses, desempenhos que não são autênticos!!! Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos. A mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, a mártir, o intelectual, a lista é enorme. Quando somos nós mesmos a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço. O mesmo não é válido quando queremos desempenhar um papel que não é o nosso.

7. Viver a vida do outro

Ninguém vive só, através dos relacionamentos interpessoais evoluímos e nos realizamos. Mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio que traz senso de limite e respeito por si e pelo espaço do outro nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, será a frustração. Quando interferimos na vida alheia, nos misturamos com o carma negativo do outro e trazemos isso para nossa vida.

8. Bagunça e projetos inacabados

A bagunça afeta de forma muito negativa as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque bem legal para os períodos confusos é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa, os documentos e tudo o que mereça uma boa faxina. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem a mente e o coração. Pode não resolver o problema, mas nos ajuda bastante e traz um grande alívio.

Outra forma bem eficiente de perder energia é não terminar tarefas. Todas as vezes, por exemplo, que você vê aquela blusa de tricô que não concluiu, ela lhe diz inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou! E isso gasta uma energia tremenda! Ou você termina definitivamente a blusa ou livre-se dela e assuma que não vai terminá-la. O importante é tomar uma atitude.

O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da determinação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão tempo e energia.
E lembre-se, bagunça e sujeira são ótimas moradas para energias densas e desarmoniosas.

9. Afastamento da Natureza

A Natureza é nossa maior fonte de alimento energético e, além de nutrir, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energias.
A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais. Procure, sempre que possível, estar junto à Natureza. Você também pode trazê-la para dentro de sua casa ou local de trabalho. Além de um ótimo recurso decorativo, as plantas humanizam os ambientes, nos acalmam e absorvem as energias negativas e poluentes.

10. Preguiça, negligência

E falta de objetivos na vida. Esse ítem não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital. Aquilo do que você não cuida, alguém vem e leva embora. O resultado: mais preguiça, moleza, sono….

11. Fanatismo

Passa um ventinho: “Ai meu Deus!!!! Tem energia ruim aqui!!!” Alguém olha para você: “Oh! Céus, ela está morrendo de inveja de mim!!!” Enfim, tudo é espírito ruim, tudo é energia do mal, tudo é coisa do outro mundo. Essas pessoas fanáticas e sugestionáveis também adoram seguir “mestres e gurus” e depositar neles a responsabilidade por seu destino e felicidade. É fácil, fácil manipular gente assim e não só em termos de energia, mas também em relação à conta bancária!

12. Falta de aceitação

Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’.
O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!


PAZ E LUZ!

GRANDE ABRAÇO!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

PÁSCOA COMO RENASCIMENTO

Um Processo Circular de Renovação da Vida
Carlos Cardoso Aveline
A ressurreição que a Páscoa cristã comemora anualmente está ao alcance de cada ser humano o tempo todo.
O cristianismo velho e triste do dogma, da cruz e da intolerância dará lugar durante o século 21 a uma nova espiritualidade inter-religiosa, filosófica, otimista e voltada para o futuro.
A tradição cristã - assim como outras religiões - pode e deve passar por uma morte e um renascimento. A disciplina espiritual é dura e inevitável para quem quiser trilhar o caminho místico. Mas ela não é feita de tristeza ou dogmatismo, e sim de liberdade interior, responsabilidade própria e contentamento.
A própria base da tradição cristã é pagã, panteísta e ecológica. As principais datas do calendário cristão se apóiam, na verdade, sobre comemorações não-cristãs que celebram o Sol e os ciclos naturais.
A Páscoa, por exemplo, é comemorada no equinócio da primavera, no hemisfério norte, e no equinócio do outono, no hemisfério sul. Nesta época do ano, a noite e o dia têm exatamente a mesma duração. A partir da Páscoa, o equilíbrio entre a luz e a sombra é rompido a favor da luz solar, no hemisfério norte. Por isso, tradicionalmente, a Páscoa é vista como o anúncio de um novo começo e como algo que abre espaço para o ressurgimento da vida em todas as dimensões da natureza.
Até o século 19, ainda era costume em certas regiões da Europa sair para a natureza na madrugada do dia da Páscoa e assistir ao nascimento do Sol. Havia a convicção de que o astro-rei dançava de alegrianesse dia, logo acima da linha do horizonte, comemorando o novo período anual de predomínio da luz.
Nos países do hemisfério sul, onde a celebração da Páscoa marca o equinócio de outono, o momento anuncia a caminhada em direção ao inverno. Neste caso, o renascimento da Páscoa não é um processo físico ou externo, mas sim interior e espiritual.
O Natal é outro evento pagão de que o cristianismo apenas se apropriou. O nascimento de Jesus é comemorado exatamente no solstício de inverno do hemisfério norte, o auge da estação fria, a época do ano em que a noite é mais longa. Daí a neve de algodão nos presépios brasileiros. É a partir do solstício de inverno (24-25 de dezembro) que a luz já não perde mais energia e volta pouco a pouco a recuperar sua intensidade, do ponto de vista dos países situados acima da linha do Equador.
Na Roma pagã, o dia 25 de dezembro era dedicado à festa do “nascimento do sol invencível”. Foi só em meados do século 4 que a data foi adotada pelos cristãos para comemorar o nascimento de Jesus, “o sol da justiça”.
Assim, a religião cristã é filha e herdeira das antigas tradições religiosas de comunhão com a natureza e com os astros no céu. Isso explica por que o texto bíblico Eclesiastes (43: 1-5) celebra o Sol e a Lua deste modo:
“Orgulho das alturas, firmamento de claridade, assim aparece o céu em seu espetáculo de glória. O Sol proclama ao nascer: ‘Como é admirável a obra do Altíssimo’. Grande é o Senhor que o fez, e com sua palavra apressa o seu curso. Também a Lua, sempre exata, a mostrar os tempos, é sinal eterno...”
Para a filosofia esotérica, a transformação de inteligências cósmicas em figuras antropomórficas e personalizadas é um processo de produção de metáforas e imagens apenas simbólicas. O cosmo é um grande ecossistema inteligente. Embora Francisco de Assis seja famoso por sua visão universal e panteísta da natureza, muito antes dele o Eclesiastes já exaltava o relâmpago, a neve, as nuvens, os pássaros, o trovão, os montes, o vento, o deserto, e os encarava todos como aspectos externos do processo divino universal.
A Páscoa simboliza, portanto, o renascimento espiritual de todos os seres como parte do ciclo anual e natural da vida.
“A sabedoria consiste em saber o nosso lugar em cada ciclo vital, e em saber que tipos de ação são necessários para cada momento”, escreve Richard Heinberg. [1]
Para quem vive no hemisfério sul, há um clima de renascimento físico no equinócio da primavera, em 23 de setembro, porque nesta época do ano tudo que é verde passa a ressurgir ao nosso redor.
Ao contrário da Páscoa do Norte, a Páscoa outonal do hemisfério sul prepara e anuncia o inverno externo, mas também produz uma purificação interior. É quando a vida começa a se retirar do plano físico que ela pode florescer melhor no plano espiritual.
Antes do renascimento interior, deve haver a morte, a perda, a renúncia, a austeridade, “tapah”, em sânscrito.
Quarenta dias antes da Páscoa, no auge das dificuldades e do frio no hemisfério norte, começam a quaresma e o jejum. A palavra “carnaval” vem do latim medieval carnelevarium, que significa “afastar a carne”, abster-se de comer carne.
Para alguns, jejum talvez seja uma penitência e um castigo. Na verdade, comer menos e purificar-se como preparação para um novo ciclo nada tem a ver com castigo ou infelicidade. A prática moderada de jejum é recomendável para a manutenção da saúde. O Jesus do Novo Testamento não foi o único a jejuar. “Todos os grandes mestres da humanidade, dentro e fora do cristianismo, conheciam o mistério dinâmico de dois fatores: o jejum e a oração”, escreveu Huberto Rohden. [2] E um Mestre dos Himalaias escreveu:
“Jejum , meditação, castidade em pensamento, palavra e ação; silêncio durante certos períodos de tempo para permitir que a própria natureza fale a quem se aproxime dela em busca de informação; domínio das paixões e impulsos animais; completa ausência de egoísmo nas intenções, e o uso de certo incenso e certas fumigações com objetivos fisiológicos, têm sido apontados como instrumentos desde a época de Platão e Jâmblico, no Ocidente, e desde os tempos ainda mais remotos de nossos Rishishindus.” [3]
O processo de purificação interior que prepara um Renascimento não é necessariamente fácil. Um trecho da Bíblia mostra isso e ilustra a necessidade de coragem. Segundo o Novo Testamento, certo dia, quando já faltava pouco para a Páscoa dos judeus, Jesus foi até Jerusalém. Chegando ao templo, viu vendedores de bois, ovelhas, pombas e diversos cambistas comodamente sentados e tratando de ganhar dinheiro. Armado de um chicote, Jesus expulsou-os do templo. (João, 2: 13-22).
Talvez a primeira conclusão a tirar do episódio é que a Páscoa não deve ser vista como um processo meramente comercial. Não há nada de errado em comprar e vender. O que se deve evitar é a confusão entre o que é comercial e o que é sagrado. Além disso, a idéia de comércio nesse trecho do Novo Testamento é simbólica. Ela se refere a toda busca de lucro ou vantagem pessoal à custa de outrem. O templo, na verdade, é a própria consciência de cada indivíduo. Os “mercadores” a serem “expulsos” são a cobiça, o medo e ambição. A verdadeira Páscoa ocorre no mundo interno, e para vivê-la é preciso deixar de lado a avidez por ganhos pessoais, inclusive aqueles que são sutis. A Páscoa real celebra o renascimento interior que vem depois que o eu pessoal toma a dura decisão de deixar de comportar-se como se fosse o centro do universo. Isso ocorre porque ele descobriu, de fato, a realidade eterna que há além das ilusões pessoais de curto prazo.
Em toda caminhada espiritual há resistências e obstáculos a vencer. Por isso, no episódio da expulsão do templo, os vendedores discutem com Jesus e o mestre faz um desafio que antecipa o futuro:
“Destruam esse templo e o levantarei em três dias”.
O Evangelho acrescenta que Jesus não está falando do templo externo, mas do seu próprio corpo.
O corpo físico humano é como um templo que não deve ser desrespeitado porque nele mora um espírito divino, uma alma imortal. Esse templo pode ser destruído, porque a morte é uma necessidade. Mas ele ressurgirá - porque a cada morte corresponde um renascimento. A filosofia esotérica concorda com Pitágoras e ensina que a reencarnação é um fato e uma lei.
Nem tudo pode ser dito abertamente, a qualquer momento e para qualquer pessoa. É preciso ter cuidado com as palavras. Mestre Jesus falava ao povo contando pequenas histórias que possuem vários níveis de significados. Um dia, ele explicou aos seus discípulos mais próximos:
“A vocês foi dado o mistério do reino de Deus; aos de fora, porém, tudo é dito em parábolas para que, vendo, não percebam, e, ouvindo, não entendam”. (Marcos, 4: 1-2)
O que Jesus mostra nessa passagem é que existe no seu ensinamento um aspecto esotérico (interno) e outro exotérico (externo), “para os de fora”. Uma condição central para ter acesso ao aspecto esotérico do ensinamento é a prática das suas lições na vida diária.
“Todo aquele que ouve estas minhas palavras e as põe em prática será comparado a um homem sensato que construiu sua casa sobre rocha”, disse ele ao povo. “Caiu a chuva, vieram as enxurradas, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, mas ela não caiu, porque estava alicerçada na rocha” (Mateus, 7: 24-27).
Para a filosofia esotérica, as escrituras sagradas das diferentes tradições são coleções de mitos, parábolas e narrativas simbólicas. Funcionam como grandes redes generosamente atiradas pelospescadores de almas ao mar aberto da humanidade, que só pescam e trazem para os círculos internosaqueles que têm discernimento maduro e tentam continuamente praticar o que aprendem, de modo gradual mas crescente.
Tais aprendizes vivem em harmonia com o ensinamento e por isso vão adquirindo “olhos para ver” e “ouvidos para ouvir”. Aos poucos, a sabedoria espiritual forma uma espécie de templo na mente do aprendiz. Esse santuário interior deve ser protegido das oscilações de curto prazo.
Jesus usava alegorias, e a própria vida de Jesus - tal como narrada nos Evangelhos - é uma parábola. Foi montada com base em ensinamentos e narrativas de religiões e tradições mais antigas que o cristianismo, inclusive o hinduísmo e o budismo. [4]
O nascimento do Mestre, a traição que sofreu por parte de alguém muito próximo e que o levou à morte, a sua ressurreição, e até a promessa de uma “segunda vinda”, são, todos, pontos que coincidem com uma lenda egípcia muito mais antiga que os evangelhos cristãos - a lenda de Osíris. E há outros elementos “cristãos” tomados da tradição do Egito, como veremos.
O costume de falar por parábolas está presente nas antigas escolas de mistérios. No Ocidente, era uma característica central do ensinamento de Pitágoras, 500 anos antes da era chamada cristã. O cristianismo romano alimentou-se abertamente do mundo grego. O próprio sacrifício de Sócrates, que viveu de 470 a 399 antes da era cristã, já foi comparado à lenda evangélica da morte de Jesus pelo pensador brasileiro Alceu Amoroso Lima. [5]
Helena P. Blavatsky explicou:
“Cada atitude do Jesus do Novo Testamento, cada palavra atribuída a ele, e cada fato relacionado a ele durante os três anos da missão que afirma-se que ele cumpriu, estão baseados no Ciclo da Iniciação, um ciclo fundado na precessão dos equinócios e nos signos do Zodíaco”.[6]
O próprio Ciclo da Iniciação é mencionado na lenda dos evangelhos quando Jesus se refere ao “caminho estreito e difícil que só uns poucos encontram” (Mateus, 7:13-14).
Em “Ísis Sem Véu”, H.P.B. escreveu:
“Era a doutrina da Índia antiga que Jesus estava pregando, quando recomendava a completa renúncia ao mundo e às suas futilidades para buscar o reino dos céus, Nirvana”. [7]
Jesus ensinava sobre a ressurreição e a descrevia como algo que estará ao alcance - algum dia - de todos aqueles que percorrerem o “caminho estreito”. Mas o que é, exatamente, ressurreição?
Há vários níveis de resposta para esta pergunta. Vejamos dois deles. Por um lado, a grande ressurreição constitui um projeto de longo prazo. Ela é a libertação espiritual completa, a iluminação definitiva, alcançada apenas por grandes sábios depois de percorrerem, como Jesus, “todo o ciclo da iniciação”, um processo que envolve repetidas encarnações.
Por outro lado, existe também uma modalidade de ressurreição que está apenas um passo à nossa frente. Podemos vivê-la em pequena escala e no estágio de desenvolvimento em que estamos. Esse é um detalhe decisivo. Toda longa caminhada deve começar com um primeiro e pequeno gesto feito exatamente onde o indivíduo está.
O primeiro passo só depende de cada um, e cada passo é sempre o primeiro da extensa caminhada. O longo ciclo das iniciações é vivido em pequena escala no dia-a-dia, porque o microcosmo reflete o macrocosmo. O Sistema solar está presente em cada átomo. O caminho do autoconhecimento encontra o seu resumo fiel num dia de 24 horas e numa semana de sete dias. O descanso da noite - e o final da semana - são como a ressurreição.
A celebração da Páscoa – um costume seguramente pré-judaico e inter-religioso - constitui uma prova viva de que a evolução da alma se dá em comunhão com o ciclo anual do Sol, e de que coincide com o ciclo das grandes iniciações da filosofia oriental.
Os ovos de Páscoa são herança dos festivais pagãos da primavera do hemisfério norte. Eles simbolizam o renascimento da vida em toda sua variedade. Já a presença do coelho nesse “festival de renascimento” pertence à cultura egípcia. A lebre era símbolo da fertilidade e representava a periodicidade dos ciclos naturais da vida. A tradição afirmava que o coelho costuma esconder ovos de Páscoa para as crianças procurarem.
As crianças estão ligadas à Páscoa e, de fato, elas são símbolos indiscutíveis do recomeço da vida. Internamente todo ser humano é como uma criança até o final da sua existência, porque há nele algo que está sempre renascendo. Quando o indivíduo passa a ser consciente disso, ele vive mais diretamente a primavera permanente que se oculta em cada uma das quatro estações do ano. E isso não é tudo. Ele também vive com mais eficiência o ciclo maior das quatro idades de uma vida completa.
O outono simboliza a maturidade. O inverno é a velhice. A primavera é a infância, e o verão, a juventude. As quatro idades são igualmente importantes. Não basta ser como crianças para ter acesso ao reino dos céus, isto é, à consciência nirvânica. Para alcançar a iluminação e receber a bênção eterna, é preciso viver simultaneamente as quatro estações do ano a cada dia.
Deve-se combinar a generosidade e a capacidade de aprender, que caracterizam a primavera, com a força e a coragem do verão, que simboliza a juventude. A maturidade do outono, assim como a sabedoria e a humilde renúncia que são típicas do inverno, constituem características igualmente importantes para quem quer viver a Páscoa de modo completo.
NOTAS:
[1] Richard Heinberg em “The Meaning of the Solstices”, artigo na revista teosófica The Quest, inverno de 1993, Wheaton, Illinois, EUA.
[2] “O Poder do Jejum”, coletânea, volume da Ed. Martim Claret, 1995, p. 50.
[3] “Cartas dos Mahatmas Para A. P. Sinnett”, Ed. Teosófica, Brasília, 2001, edição em dois volumes, Carta 20, volume I, p. 135.
[4] Para ver uma demonstração do caráter lendário dos Evangelhos cristãos, examine o longo trecho da obra “Ísis Sem Véu” em que Helena Blavatsky faz um estudo comparado das narrativas sobre as vidas de Krishna, Buddha e Jesus. (“Ísis Sem Véu”, H.P.B., Editora Pensamento, SP, edição em quatro volumes, ver volume IV, pp. 165-170, e também p.179, entre outras.)
[5] Platão, “Apologia de Sócrates”, prefácio de Alceu Amoroso Lima, Edições de Ouro, 16a. edição.
[6] “Reply to the Mistaken Conceptions of the Abbé Roca Concerning My Observations on Christian Esotericism”, texto incluído em “Collected Writings”, Helena P. Blavatsky, edição em 15 volumes. Ver volume IX, TPH, India, 1962, 488 pp., página 225, nota ao pé de página.
[7] “Isis Unveiled”, Helena P. Blavatsky, Theosophy Company, Los Angeles, vol. II, p. 286.

sábado, 14 de janeiro de 2012


Eu sou você e você sou eu. O que você faz aos outros, você faz a você. Como você ajuda os outros, é como você se ajuda. Quando você ajuda os outros, é quando você se ajuda. Nós estamos todos conectados debaixo do Sol.



ORAÇÃO
Deus, dê-me toda a força e segurança do teu amor.
Ea certeza de que estás comigo..
Peço-te ajuda e proteção de tua assistência e tua misericórdia...
Tira de mim o medo que me invade, Ilumina meu espírito com a tua luz...
Que eu possa Senhor, perceber a tua grandeza e tua presença suavizando meus problemas,
acalmando o meu espírito, aumentando a minha fé..... Senhor Jesus fica comigo para que eu não me desespere... Levanta o meu espírito quando o encontrares abatido.... Ajuda-me a seguir-te sem vacilar e sem olhar para trás..... Entrego-te toda a minha vida e a vida de toda a minha família..... Livra-nos de todo mal dirigido a nós.. .. Amém

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012


O que é essa técnica do Ho'oponopono???

Então, vamos para a definição dessa palavra tão diferente que é ho'oponopono. Bem, ela é definida no dicionário havaiano, como "limpeza mental": Na prática essa técnica é muito bem aplicada em conferências famíliares, onde reunem-se todas as pessoas da família, e todos os relacionamentos estabelecidos, para gerar a harmonia através da oração, discussão, confissão, arrependimento e perdão mútuo, restituindo o 'status quo ante'. Somente assim, a família pode realizar a limpeza mental de todas as questões mal-resolvidas, como mágoas, ressentimentos, rancores, ódios, gerando harmonia e a saúde tão desejada.
Em Havaiano, Ho'o significa “causa”, e ponopono quer dizer “perfeição”, portanto Ho’oponopono significa “corrigir um erro”, "limpar as causas, acertando os rumos", ou “tornar certo”.
Também, literalmente, 'hoo' é uma partícula usada para fazer uma 'atualização' do substantivo seguinte, como seria "a" antes de um substantivo. Aqui, junta-se com o 'pono' substantivo, que é definido como: "bondade, retidão, moralidade, qualidades morais, o procedimento correto ou adequado, a excelência, bem-estar, prosperidade, o benefício, verdadeiro ou natureza real, dever, moral, adequado, justo, correto, reto, virtuoso, benéfico, bem sucedido, em perfeita ordem, preciso, correto, alívio, dever..."

Então esse substantivo 'ponopono' é definido como: "colocar na forma correta e direita; colocar em ordem ou em forma; corrigir, revisar, ajustar, alterar, regular, organizar, arrumar, e fazer a ordenação correta ou pura.

sábado, 7 de janeiro de 2012

TÉCNICA -HO'OPONOPONO(Havai)

"Eu sinto muito.
Por favor, me perdoe.
Eu te amo.
Muito obrigada, sou grata"

Processo de cura Havaiano: Ho'oponopono significa amar-se a si mesmo".

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

SETE DICAS VALIOSAS PARA UM 2012 DE MUITA PAZ



A inquietação e a ansiedade humana nos leva a buscar e desejar inúmeras realizações em todos os campos da vida: financeiro, profissional, amoroso e saúde física. No fundo acreditamos que ao concretizarmos esses objetivos finalmente nos sentiremos completos. E o que significa essa completude mas profundamente? Significa nos sentirmos em paz, sem ansiedade.
Entretanto, os mais experientes já devem ter percebido que há uma ilusão nesse processo. Concretizamos novos objetivos (aumento da renda, novo apartamento, novo relacionamento, ter um filho e etc.), temos uma sensação inicial de bem estar, mas é passageira. Logo vem novamente a ansiedade e então iremos buscar mais coisas e realizações para que finalmente possamos nos sentir completos.
Quando vivemos dessa forma, a felicidade e a paz interior estão sempre no futuro. O agora, que é a única realidade que existe, tem apenas breves momentos de alívio. Depositamos as expectativas no futuro, que não existe, e deixamos de viver em paz no agora.
Como assim "o futuro não existe?". Alguém pode questionar isso. O futuro existe apenas em forma de pensamentos que geramos. É apenas uma imagem mental ou um punhado de pensamentos. Você já conseguiu chegar no futuro? Nunca. Toda a vez que ele chega, ele é vivido como o agora, que é a única realidade que existe.
Alguns demoram a perceber que viver dessa forma serve apenas para alimentar a ansiedade. O ego vive dessa maneira sempre no futuro e fugindo do agora.Quando ficamos em paz no presente, os objetivos se concretizam com muito mais facilidade. Só que o ego inverte a ordem das coisas querendo que os objetivos nos tragam paz.

Primeira dica: Decida que a paz interior é o que é mais importante para sua vida. Afirme pra você mesmo: "Me sentir em paz é o que mais importa pra mim, eu escolho a paz interior". Repita essa frase muitas e muitas vezes até que essa idéia se torne parte do seu ser, se refletindo nos seus pensamentos e ações.

Se a paz interior é o mais importante para a sua vida, você irá escolher viver o agora, pois viver no futuro e ficar em paz é incompatível. Sim, você poderá fazer o planejamento para atingir um objetivo. Poderá pensar no futuro para concretizar algo, mas assim que terminar de planejar, você voltará ao presente. Gradualmente você viverá a ordem natural das coisas: viver o agora a maior parte do tempo e fazer breves visitas ao futuro por meio dos seus pensamentos.

Segunda dica: A segunda dica para ficar em paz é aceitar cada momento que surge do jeito que ele é. Indubitavelmente muitos momentos se apresentarão de uma forma que você não deseja. Observe a sua reação. Você sente a contrariedade tomar conta de você? Lembre-se novamente da afirmação: "Me sentir em paz é o que mais importa, eu escolho a paz interior". Você pode ainda completar: "Eu escolho a aceitação". Aceite o agora como ele se apresenta.

Favor não confundir aceitação com conformismo, inoperância ou falta de atitude. Se é possível fazer algo para mudar a situação para melhor, faça. Mas escolha se sentir em paz primeiro e depois aja. Agindo dessa forma suas ações serão muito mais eficazes. Não condicione o seu bem estar a resolução da situação. E caso não seja mesmo possível fazer nada para mudar, apenas aceite total e incondicionalmente e fique em paz. Aceitar significa não criar uma resistência interior aquilo que já é. Brigar com aquilo que já é, é insanidade, coisa do ego.

A mente egóica irá tentar convencê-lo a brigar mentalmente com a situação tirando a sua tranquilidade. Fique atento, observe, e não dê energia a esses pensamentos. A repetição das afirmações de paz irá ajudá-lo a manter-se firme no seu propósito.

Terceira dica: Tenha muita paciência com você mesmo. Viver no agora e praticar a aceitação exige treino. A mente vem sendo condicionada há muitas gerações a funcionar de determinada maneira. O impulso da não aceitação e de viver no futuro será forte no início. Mas, gradativamente, com persistência e paciência o padrão vai mudando. Vale a pena insistir.

Quarta dica: Pare de reclamar de qualquer coisa que seja: governo, marido, filhos, fila do banco, engarrafamento, impostos, funcionários, de você mesmo, dos homens, das mulheres, do seu corpo... A reclamação é a manifestação mais clara da não aceitação. Qual é a sensação interior que surge quando começamos a reclamar? É algo agradável? Traz paz interior? Claro que não. Do ponto de vista prático, reclamar não muda em nada a situação e nos faz sentir mal.

Um esclarecimento. Parar de reclamar não significa ficar cego ou deixar de reconhecer o mal funcionamento de alguma coisa e as atitudes negativas de alguém. Continuamos vendo tudo, mas sem gerarmos a negatividade no nosso interior que apenas nos prejudica. Podemos ainda tomar atitudes caso esteja a nosso alcance. Mas primeiro lembre-se que ficar em paz é seu maior objetivo, e depois aja.

Quinta dica: Afasta-se cada vez mais do noticiário da televisão, jornais, revista e internet. Muita ansiedade, pessimismo, medo e outros sentimentos são causados ou alimentados pela pesada carga de negatividade que as pessoas absorvem diariamente. As pessoas e a sua própria mente tentarão convencê-lo de que é preciso estar informado para não ficar "alienado". Mas o que observamos é que cada vez mais as pessoas ficam alienadas por consumirem informação demais. Se tornam negativas e cheias de crenças limitantes, mas pensam que são pessoas realistas e bem informadas.

Sexta dica: Busque auto conhecimento e ferramentas que podem ajudá-lo. Existem inúmeras técnicas e tratamentos: Pratique EFT (manual gratuito no meu site), pratique Ho'oponopono (técnica de cura havaiana, manual gratuito no site www.hooponopono.ws ), use florais, receba Reiki, pratique meditação, receba massagem, pratique alguma forma de arte (dançar, pintar, cantar...), invista em cursos de auto conhecimento, invista em trabalhos terapêuticos, e etc...

Sétima dica: Observe a sua mente tentando tirar a sua paz interior. É apenas um velho condicionamento. De repente você se pega relembrando de uma situação do passado e dizendo "eu deveria ter feito isso e aquilo", "foi muito desrespeito de fulano", "quem ele pensa que é". As vezes surgem lembranças de situações desagradáveis do passado e as alimentamos de forma automática com comentários e pensamentos. E outras vezes surgem discussões mentais que nem houveram. Imaginamos o que deveríamos ter dito e também coisas que e o outro nem disse, mas que supomos que ele deve ter pensado. É muita viagem mental. Mais uma vez, ao se dar conta desses pensamentos, tenha muita paciência com você mesmo. Aceite-os e procure não dar mais energia pra eles. As frases de paz interior o ajudarão novamente a manter o foco. Pratique o perdão.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

 
 
 
 
OS CRISTAIS E OS CHAKRAS ...

Os Chakras Correspondentes ao Corpo Físico.

São sete os chakras principais, e cada um deles se associa a uma cor diferente, a glândulas diferentes e a cristais diferentes. Cada chakra é um vórtice energético em forma de cone, com o vértice no interior do corpo, ligado à coluna, e a base voltada para fora. O sétimo chakra tem a base arredondada no topo da cabeça, virada para cima, e o primeiro tem a base virada para baixo, em direção ao chão. Todos os outros são cones duplos, partindo do centro (coluna) para a frente e para trás Ao utilizar as pe.dras sobre os chakras, vamos colocá-las na frente do corpo, mas é preciso que a pessoa em que elas estarão sendo aplicadas visualize a energia das pedras atingindo também a parte posterior de cada chakra. O cristal de quartzo pode ser utilizado em conjunto com qualquer chakra, embora, por suas características principais, seja classificado como pertencente ao chakra coronário (sétimo). Descendo da cabeça para os pés, vamos iniciar nosso estudo pelo sétimo chakra.


O Chakra Coronário (sétimo chakra)
Situa-se na cabeça, bem no centro, e é também conhecido como coroa. Relaciona-se com a glândula pineal, sua cor é violeta, e está diretamente ligado à espiritualidade, ao contato com o Eu Superior, canalização e meditação. Fisicamente, rege nossa cabeça e o sistema nervoso central. É através do chakra coronário que entram no corpo as energias de transmutação, purificação e espiritualidade. As pedras que trabalham no sétimo chakra são as de cor branca transparente (incolores), violeta e dourada.
Branco transparente (incolor) Violeta/ Lilás
Violeta e dourado Dourado Outras Cores
Apofilita Incolor
Ametista
Ametrino
Calcita Dente de Cão
Alexandrita
Calcita Ótica
Charoita Calcita Dourada Moldavita
Cristal de Quartzo Fluorita Heliodoro
Danburita Halita Violeta Pirita
Diamante Iolita
Diamante Herkimer Lepidolita
Dolomita Sugilita
Escolecita Tanzanita
Fenacita
Goshenita
Selenita (Gipsita)
Topázio Incolor
Ulexita
Para ativar e energizar o sétimo chakra com um cristal de quartzo, sugerimos o seguinte exercício de meditação: Prepare o ambiente com incenso e música suave. Escolha a posição mais confortável para seu corpo, de preferência sentado numa cadeira de espaldar reto. Concentre-se praticando um relaxamento que se inicia pelos pés, subindo lentamente até a cabeça, e mentalize luz branca em volta de todo o seu corpo, para proteção. Segure com a mão direita um cristal de quartzo gerador ligeiramente inclinado, com a ponta direcionada a seu chakra coronário, mantendo uma distância de 10 a 12 centímetros. Feche os olhos e mentalize um raio de luz branca saindo pela ponta do cristal e penetrando em seu corpo através do chakra coronário, abrindo-o e energizando-o. Mantenha o cristal em constante movimento giratório, no sentido horário, por três a cinco minutos. Depois, baixe seu braço direito e, mantendo o cristal em suas mão e os olhos fechados, perceba quaisquer sensações, luzes, cores, imagens ou intuições. Terminada a meditação, é bom anotar as sensações para comparação com experiências futuras. Não se frustre se não houver nenhuma sensação nas primeiras experiências. Tudo vem com a prática e a regularidade, como em qualquer trabalho espiritual.


O Chakra Frontal (sexto chakra)
Está localizado entre as sobrancelhas, e é também conhecido como terceiro olho ou terceira visão. Associa-se também com a glândula pituitária e é responsável por nossa concentração, memória, imaginação e visualizações. Pode-se compará-lo ao computador que registra em nosso cérebro as informações e sensações recebidas através do chakra coronário, para que possamos compreendê-las e dar forma a elas através de pensamentos ou imagens. Sua cor é o índigo (azul anil), e as pedras que trabalham com esse centro energético têm também esta cor. As principais são:
Apatita Azul
Azurita
Calcantita
Cianita Halita Azul Indicolita (Turmalina Azul)
Labradorita
Lápis Lazuli
Papagoita
Safira Azul
Sodalita
Vivianita
Fisicamente, este chakra e suas pedras correspondentes regem a visão, a audição, a memória, a capacidade de concentração e todas as funções cerebrais. Para energizar o sexto chakra, proceda da mesma forma que na meditação anterior, apontando o cristal ligeiramente inclinado na direção deste centro de energia. Lembre-se de visualizar a parte posterior do chakra também vibrando com esta luz. O sétimo e o sexto chakras devem ser trabalhados sempre em conjunto, começando-se pelo sétimo. Algumas das pedras do sexto chakra também agem sobre o quinto, como o Lápis Lazuli e a Indicolita. Para energizar o chakra laríngeo proceda exatamente como nos dois primeiros, modificando apenas a posição do cristal, que neste caso deverá ficar paralelo ao chão, horizontalmente apontando para este centro de energia, não esquecendo de girá-lo sempre em sentido horário e de visualizar sua parte posterior.


O Chakra Laríngeo (quinto chakra)
O quinto chakra situa-se na região da garganta e se associa à tiróide, que por sua vez está ligada ao metabolismo do corpo. Este centro energético é responsável pela verbalização, pela comunicação de nossa verdade interior e pela respiração. Fisicamente rege a garganta, a laringe, a boca e o nariz. É através desse chakra que purificamos nossas energias. Sua cor é o azul, assim como a das pedras que aí trabalham. As mais importantes são:
Ágata Azul Rendada Crisocola
Água Marinha Euclásio
Ajoita Hemimorfita
Albita Larimar
Amazonita Quartzo Azul
Angelita Shattuckita
Calcantita Sílica Gema
Calcita Azul Topázio Azul
Celestita Turquesa
Algumas das pedras do sexto chakra também agem sobre o quinto, como o Lápis Lazuli e a Indicolita.
Para energizar o chakra laríngeo proceda exatamente como nos dois primeiros, modificando apenas a posição do cristal, que neste caso deverá ficar paralelo ao chão, horizontalmente apontando para este centro de energia, não esquecendo de girá-lo sempre em sentido horário e de visualizar sua parte posterior.


O Chakra Cardíaco (quarto chakra)
Localiza-se bem no centro do peito, entre os mamilos. É associado ao timo e é nele que se concentra a energia do Amor Incondicional, nossa fonte vital. É responsável também pela saúde e vitalidade do corpo físico, o coração e os pulmões. Sua cor é o verde, e as pedras a ele associadas são verdes (representando a cura e a energia vital) ou cor-de-rosa (representando o Amor).
Verde Rosa Verde e rosa Translúcida
Ágata Musgo Calcita Rosa Jade do Transvaal Opala
Apatita Verde Cobaltocalcita (Afrodite) Turmalina Melancia Pedra da Lua
Aventurina (Quartzo Verde) Halita Rosa
Apofilita Verde Kunzita
Brasilianita Morganita
Calcita Verde Quartzo Rosa
Crisoberilo Rodocrosita
Crisoprásio Rubelita (Turmalina Rosa)
Diopsídio Smithsonita Rosa
Dioptásio
Esmeralda
Hiddenita
Jade (Jadeíta e Nefrita)
Malaquita
Peridoto
Serpentina
Smithsonita Verde
Uvarovita
Variscita
Verdelita (Turmalina Verde)
Vesuvianita
As pedras de cor rosa trabalham diretamente com a energia do Amor Incondicional e promovem tranquilidade e paz ao coração. As verdes trabalham com a energia da cura, da saúde, da vitalidade, do amor físico e da prosperidade. A Turmalina Melancia é bastante especial por conter as duas cores básicas deste chakra, representando-o em sua totalidade. O chakra cardíaco é especialmente importante por ser o ponto central de nosso corpo, separando (e unindo) os chakras superiores (quinto, sexto e sétimo), que regem a espiritualidade, dos inferiores (primeiro, segundo e terceiro), que regem o físico. Para energizá-lo e ativá-lo, proceda como das vezes anteriores, mantendo o cristal paralelo ao chão, na posição horizontal, com a ponta direcionada ao quarto chakra, e visualize também um raio de luz branca saindo de dentro deste seu centro de energia, encontrando-se e unindo-se ao feixe de luz que sai pela ponta do cristal.


O Chakra do Plexo Solar (terceiro chakra)
Este chakra se localiza de quatro a seis centímetros acima do umbigo. Controla toda a nossa energia emocional e é fortemente ligado ao Ego individual. Fisicamente rege o aparelho digestivo. Não é por coincidência que problemas emocionais sempre causam problemas digestivos. A emoção e a digestão estão intimamente ligadas. A cor do terceiro chakra é o amarelo e ele se associa diretamente ao pâncreas. As pedras que aí trabalham também são amarelas, destacando-se:
Adamita
Âmbar
Apatita
Amarela
Calcita Amarela
Citrino Natural
Enxofre Pedra do Sol
Piromorfita
Tempest Stone
Topázio Imperial
A energização e a ativação do plexo solar são feitas da mesma maneira que as anteriores, ficando o cristal na posição horizontal.


O Chakra Sexual (segundo chakra)
O chakra sexual situa-se três a quatro centímetros abaixo do umbigo, e trabalha com a energia sexual e a criatividade. É ligado também à produção da adrenalina, e ao amor do homem pela Terra e pela Natureza. Tudo que criamos em nossa mente se ativa para manifestação através deste centro de energia. Fisicamente rege os órgãos sexuais. Sua cor é laranja, assim como a das pedras que lhe correspondem:
Andaluzita
Calcita Laranja
Coral Cornalina
Crocoita
Opala de Fogo
Orpimento
Vanadinita
Wulfenita
Siga o mesmo processo de energização e ativação dos chakras anteriores, posicionando o cristal inclinado levemente com a ponta direcionada ao segundo chakra. Ao visualizar a luz branca entrando em seu corpo através do chakra sexual, faça com que ela se espalhe em círculos concêntricos por toda a região abdominal.


O Chakra Básico (primeiro chakra)
O chakra básico fica situado na direção da base da coluna, bem acima dos órgãos de reprodução, e se relaciona com a parte inferior do corpo, os pés, o ancoramento e os instintos físicos. É através dele que plantamos nossos pés no chão e nos relacionamos com o mundo físico. Sua cor é o vermelho e as pedras que com ele se relacionam são vermelhas, marrons, cinzas, pretas ou multicoloridas.
Vermelho Marrom/Cinza/Outras Cores Preto
Bixbita
Ágata de Botswana
Crisântemo
Calcita Vermelha
Boji Stone
Obsidiana
Cinábrio
Galena
Ônix
Cuprita Howlita Turmalina Preta
Espinélio Jaspe Paisagem
Granada Jaspe Pele de Leopardo
Hematita Lingam
Heliotrópio (Bloodstone) Madeira Petrificada
Jaspe Vermelho Magnesita
Quartzo Vermelho Magnetita
Realgar
Quartzo Enfumaçado (Fumê)
Rodonita Quartzo Olho de Falcão
Rubi Quartzo Olho de Tigre
Rutilo Quartzo Rutilado
Thulita Quartzo Turmalinado
Zincita Unakita
Zircão
As pedras vermelhas se relacionam diretamente com o sangue e a circulação. As pretas são de proteção contra a negatividade. Todas, de qualquer cor, proporcionam ancoramento.
Para ativação e energização, proceda como nas meditações anteriores, mantendo o cristal ligeiramente inclinado com a ponta direcionada ao chakra básico. Importante: não gire o cristal, mantenha-o imóvel enquanto apontado para este centro energético.
Os exercícios de meditação para ativação e energização dos chakras devem ser praticados com regularidade, até que você consiga sentir reações nas áreas correspondentes aos chakras. É importante anotar o que acontece durante e após os exercícios e tentar reconhecer sua influência no cotidiano. Não espere nem procure resultados imediatos. Como em todas as coisas na vida, só com a prática e a regularidade nos exercícios é que se chega a reconhecer os resultados.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011



Excelso Companheiro, não nos permitas a leviandade de caráter...
Livra-nos de máscaras e disfarces que afivelemos à face.
Que sejamos o que somos, com a obrigação de sermos sempre mais.
Não nos deixes continuar na condição de "sepulcros caiados"...
Que busquemos a integridade moral!
Todavia, que não nos tornemos moralistas para com os irmãos ainda frágeis...
Que não nos esqueçamos de que caminhamos tangenciando o abismo de nossas imperfeições.
Que a ninguém acusemos ou atiremos pedras...
Somos frágeis, Senhor, e, sem o Teu amparo, a qualquer instante, poderemos cair.
Despoja-nos das exterioridades do eu e sê conosco, em nossos propósitos de melhorar!

domingo, 4 de dezembro de 2011

REIKI e ESPIRITISMO



Reiki é canalizado em Centro Espírita? Não. Reiki e Passe Espírita são formas diferentes de canalizar energia. A energia que ilumina o seu quarto é a mesma que faz um avião voar? Tudo é energia, certo? Mas são bem diferentes suas formas! Por que será que espíritos que baixam em terreiros de Candomblé não têm permissão para baixar em um Centro Espírita Kardercista e vice-versa? Cada espaço tem sua energia própria, certo? Cada um faz um trabalho de acordo com sua especialidade, certo? O passe espírita usa o fluido vital do passista (energia dos alimentos e líquidos que o passista utiliza no dia-a-dia). Reiki não utiliza fluidos vitais nem ectopasmas (forma líquida de energia vital extraída do corpo físico, isto é, o Qi dos alimentos sólidos e líquidos do passista). Se você disser que fluido vital e ectopasma são formas líquidas, por exemplo, diremos que a forma da energia Reiki é seca, mais leve e mais sutil que o passe magnético-fluidico. Cada tipo de energia tem seu objetivo certo, assim como cada metal tem seu nível de condutividade de energia. Alguns dos membros desta associação trabalharam muitos anos como passistas e sabem muito bem a diferença entre Reiki e Passe, fluido vital e as demais formas de energia Qi (ki) — todas recomendáveis. Só quem precisa estudar confunde essas coisas. Não basta copiar afirmações alheias, é preciso experimentar… Algumas seitas acreditam que quem não pertence a elas não será salvo, não é mesmo? Alguns espíritos não têm a menor idéia do que é morte, quanto mais de Reiki. O reikiano não deve se atrelar a esses “achados” de alguns escritores que falam sobre Reiki baseados no “ouvi dizer” ou que alguns espíritos disseram… Reiki está acima disso tudo e esse conhecimento tem cerca de 18 séculos de existência. Ninguém reinventa Reiki. Leia mais em: http://www.mestres.org/mande-reiki-para-que-ja-se-foi